Trabalho nº1 - OM B.
Sou/Quero/Pareço



    Pareço
  Quero
  Sou


 Para este trabalho tive que fazer uma série de experiências e ensaios fotográficos, com o objectivo de encontrar uma fotografia que comunica-se os seguintes três temas do trabalho: Sou, Quero e Pareço.
 Neste trabalho também tive a oportunidade de brincar com o Photoshop, onde pude experimentar algumas das funções do programa. 

 Comecei por pensar em cada categoria individualmente, começando pelo 'Quero'. Esta categoria deu-me muito que pensar no futuro, pois estou no 12º, e nos meus objectivos, o que e como os pretendo alcançar. Decidi utilizar uma técnica de sobreposição de fotografias, para fazer uma sequência, pois queria dar a ideia de um pássaro a levantar voou. Noutras palavras, acho importante abrir as asas e explorar o desconhecido, mas nunca esquecermo-nos onde tudo começou. Esta fotografia representa-me perfeitamente pois o maior prazer na vida é viajar e conhecer coisas novas.

 Qualquer pessoa que olhe para mim consegue ver logo que eu sou magrinha, mas o que elas não sabem, é que dentro deste exterior, aparentemente frágil, está uma força descomunal que quando é precisa, choca muitas das tais pessoas que têm essa imagem de mim. É por essas razões que escolhi aquela fotografia. O boneco , por si, aparenta ser fraco ou frágil, mas como se pode observar, a sua sombra (o interior) mostra a força escondida.

 E para a ultima fotografia (eu sou), decidi escolher esta fotografia que começou por ser uma brincadeira com uma amiga, que no final me chamou a atenção pois representa muito bem o tipo de pessoa que eu sou. O que me levou a escolhe-lha, foi que eu vivo como que dividida em dois mundos, o da realidade, que é o meu dia-a-dia, escola, amigos e família, e o mundo do sonho e imaginação, para onde a minha mente me leva quando tento escapar aos problemas. A mão no meio da fotografia, devo confessar que foi por acidente, mas assim que comecei a entender a foto, apercebi-me que ela tinha uma razão para lá estar. Quando se olha para a fotografia, pode-se compreender que ha uma linha que divide a imagem em duas (dois mundos), como se fosse uma fronteira, e o dedo que une os dois mundos paralelos é o minha capacidade de os distinguir e de saltar de um para o outro quando quero.

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